Custa acreditar quando não acreditam em mim. Não preciso contar coisas que são frutos da imaginação. A vida é tal como ela é. Custa-me muito quando conto algo a uma das pessoas que me são mais próximas e ela diz: “se é assim como contas...” ou “pelo que tu dizes”. Faz com que eu me feche cada vez mais, porque, para que contar se vai haver sempre dúvidas? Ainda por cima quando se trata de uma pessoa para qual a minha vida tem sido um livro aberto. E são muito poucas...
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Espanha... Me encanta!
Depois de uma semana intensa em Espanha, por várias cidades, percebi como somos diferentes de nuestros hermanos. Começando pela intensa movida, as ruas sempre cheias de gente, a passear a pé, apanhar um táxi às duas da manhã sozinha é perfeitamente normal... Numa reunião com o cliente, todos se tratam por tu, como se fossem verdadeiros aliados, velhos parceiros do mundo do business. A movida no trabalho também é bastante competitiva. O lado comercial flui como se fosse natural. Mas do que mais gostei foi da alegria com que as pessoas falam umas como as outras, cumprimentam-se como se não se vissem há anos. Mais uma vez, fiquei surpreendida. Desta vez mais. Espanha...me encantas!
domingo, 7 de janeiro de 2007
Ser Feliz
Eu sou feliz, desde sempre. Isso é o mais importante. Lembro-me de quando tinha 10 anos, 15 anos, 20 anos...sempre fui feliz. Tenho uma família estupenda, uns amigos fantásticos por mais kilómetros que nos separem. Sempre fui feliz. Com dinheiro ou sem dinheiro, com marido ou sem ele, com um trabalho fantástico ou menos fantástico. Dou graças a quem tiver que dar. Mas a verdade é que a felicidade está nas coisas simples, e eu dou valor às coisas simples. Sempre fui feliz. Eu sou muito feliz.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Mãe
A minha mãe é a mulher mais bonita que eu conheço. Não é por ser minha mãe mas é verdade. Tem a pele bronzeada, está sempre muito bem cuidada, tem os pés e as mãos mais bem desenhados do mundo, o cabelo loiro, e a cor do olhos tem uma mistura de um rio em África e do mar do Brasil.
Os olhos da minha mãe lembram a saudade, palavra única, só entendida na nossa língua. Como os olhos da minha mãe. Só os entende quem os conhece bem.
É a minha melhor amiga. Com ela posso contar faça chuva ou sol, esteja ela constipada, chateada ou deprê. Com ela gosto de estar, esteja eu estressada, com sono, alegre ou tristonha. Até porque ela faz-me voltar da lua e colocar os pés no chão.
A minha mãe é o meu melhor complemento.
Os olhos da minha mãe lembram a saudade, palavra única, só entendida na nossa língua. Como os olhos da minha mãe. Só os entende quem os conhece bem.
É a minha melhor amiga. Com ela posso contar faça chuva ou sol, esteja ela constipada, chateada ou deprê. Com ela gosto de estar, esteja eu estressada, com sono, alegre ou tristonha. Até porque ela faz-me voltar da lua e colocar os pés no chão.
A minha mãe é o meu melhor complemento.
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